ANTICORPO: Relato de um corpo em tratamento

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Espetáculo Anticorpo, solo Saulo Uchôa (Foto: Chico Ludermir)

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Anticorpo é atração confirmada para o Janeiro de Grandes Espetáculos em 2015. (Foto: Bárbara Pires)

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Espetáculo Anticorpo, um solo de Saulo Uchôa (Foto: Chico Ludermir)

“A arte imitando a vida”, frase que podemos descrever muito bem o espetáculo Anticorpo do interprete e criador Saulo Uchoa. O solo traz para cena toda a experiência que o bailarino teve durante o tratamento de câncer, diagnosticado como Linfoma não Hocking de grandes células, localizado no estômago.

O interesse artístico começou na época de colégio através do teatro e logo em seguida pela dança. Ganhando experiências com dança popular, balé clássico e dança contemporânea, na qual, é mais atuante. Teve oportunidade de trabalhar com grupos bastante atuantes de Pernambuco como pela Compassos Cia de Dança dirigido por Raimundo Branco, Cia.Etc. atuando com o jornalista e bailarino Marcelo Sena e por último foi professor de balé clássico e dança contemporânea na Casa Mecane.

Segundo o bailarino a  descoberta da doença foi um processo bastante demorado, desde o ano 2008 até o final do tratamento foram feitas quinze endoscopias.

Comecei sentir dores fortes no estômago, que foi acusado como gastrite e muito rápido evoluiu para úlcera, no decorrer desse tempo já tinha feito várias endoscopias. Ao passar próximo a uma clinica resolvi entrar para marcar mais uma consulta e a medica que se chamava Norma me solicitou uma nova endoscopia. Resolvi fazer mais uma tentativa, pela forma que ela me tratou. Ao receber o resultado do exame pesquisei as palavras em destaque e todas estavam relacionadas ao câncer. Retornando a consulta, Dr. Norma me confirma a doença afirmando que desde começo sempre foi câncer.

Depois de dois anos de cura e dez anos afastado dos palcos. Saulo retornar para cena com o solo Anticorpo, conceituado pelo próprio artista como um trabalho de vivências realistas. O espetáculo traz para cena elementos que transcendem momentos marcantes durante a quimioterapia.

O bailarino inicia sentado próximo ao público reverberando a ansiedade pela espera da quimioterapia, ainda em cena demonstra de forma emocionante a falta de força que teve por consequência dos medicamentos. O sangue como elemento cênico tem um grande impacto para o publico e apresenta um significado muito especial para o interprete, porque além de ser o elemento mais decorrente no tratamento, foi através do sangue que teve a doença, ou seja, pelo sistema linfático ou sistema do sangue e por onde obteve a cura.

Saulo faz homenagens às pessoas que fizeram parte de seu processo de quimioterapia. A primeira foi a Dado Soddi, ator e seu ex companheiro, que através de um dado em cena, faz referencia ao ator que segundo o bailarino esteve nos momentos mais imprescindíveis. Dentro do objeto há um jaleco e um nariz de palhaço para fazer referencia aos Doutores da Alegria.

O momento mais especial foi à visita dos Doutores da Alegria. Eles não atendem adultos, mas foram lá para me ver porque são meus amigos, e eu quis levar isso para cena de uma forma muito simples e sem poesia. Coloquei um jaleco e um nariz de palhaço porque eles são isso.

O espetáculo tem sido divulgado por todo estado de Pernambuco, registrando sua passagem em festivais como 19º Festival Internacional de Dança, 16ª Mostra Sesc Cariri de Culturas, 11ª Mostra Brasileira de Dança e recentemente e estava em curta temporada no Teatro Marco Camarotti. Anticorpo já é atração confirmada para o Janeiro de Grandes Espetáculos em 2015, então o público terá mais uma oportunidade de poder prestigiar um ótimo espetáculo.

Do quartel diretamente para os palcos :

Ramon atuando no espetáculo "Compartilhados" pelo o Grupo Experimental.  (Foto: Rogério Alves)

Ramon atuando no espetáculo “Compartilhados” pelo o Grupo Experimental.
(Foto: Rogério Alves)

Bailarino de dança contemporânea enfrenta obstáculos para viver o sonho de dançar.

Atraído pelo o movimento humano e apaixonado cada vez mais pela dança, Ramon Milanez enfrenta barreiras para viver o sonho de dançar. Atualmente Ramon é bailarino profissional do Grupo Experimental mostrando através da arte de se movimentar a contemporaneidade da dança. 

Sua trajetória começa no quartel CPOR (Centro de Preparação de Oficiais do Recife) local onde trabalhava em 2005, quando teve a oportunidade de participar de um curso do Grupo Experimental – Núcleo de Dança do Recife.

Trabalhava no quartel das seis da manhã até às oito da noite e quando passei na seleção para o curso do grupo experimental conversei com a minha tenente com o objetivo de pedir liberação para assistir as aulas de dança.

Depois de mais dois anos no quartel, Ramon recebe a proposta para ser estagiário da companhia de dança e logo após ser um dos bailarinos a integrar trabalhos a serem desenvolvidos pelo grupo experimental. Tendo oportunidade de se apresentar em turnê pela America do Sul.

O grupo experimental foi fundado em 1993 e apresenta um repertório com premiações nacionais e internacionais. Atuando no cenário artístico da dança contemporânea do Nordeste do Brasil, visando em absorver e traduzir os elementos da cultura local.

A escolha de levar a dança como profissão levou Ramon a enfrentar muitas barreiras, mas também de escolher novos caminhos, de acordo com o bailarino umas das principais barreiras foi à dificuldade de sua família aceitar sua nova realidade, principalmente por parte de seu pai.

A dificuldade da minha família de aceitar que eu queria a dança como profissão, me trouxe uma experiência muito grande e me mostrou que eu posso conquistar muitas coisas por mim mesmo. A aceitação por parte do meu pai foi mais difícil, meu pai sempre foi um homem muito rígido, para ele trabalho é trabalho e dança era provavelmente diversão.

O preconceito do fato de ser homem e ter optado a dança como profissão virou uma consequência na vida do bailarino. Ramon afirma que muitas pessoas ficavam na dúvida de sua opção sexual pelo fato de ter escolhido a dança, o que é muito frequente no Brasil. Entretanto, nos encontramos em uma sociedade que reflete o estereotipo de que “o homem que dança só pode ser gay.”

Sofri preconceito por parte do quartel, das pessoas do meu bairro e algumas vezes dentro de casa. Tenho muitos amigos homossexuais e respeito todos eles, sou heterossexual e acho esse clichê uma bobagem, pois a dança é minha profissão e isso não me faz ser homossexual.

A competição entre o meio dançante também surge durante a trajetória do bailarino, mas para Ramon o importante sempre foi se movimentar e se expressar através da arte que tanto ama, a dança.

Para mim é muito volátil, porque eu só quero dançar. Não importa com quem, se vai ter alguém, eu só quero dançar. Mesmo que eu esteja fazendo um solo ou com trinta pessoas em cena eu vou estar na mesma energia, o que tem que ser priorizado é ter atitude de dançar!

Ramon fala que o quartel sempre ensinou a ter respeito e humildade, características que podem descrever muito bem a dança e pessoa do bailarino Ramon Milanez. Para Ramon a dança representa seu movimento e as diversas formas de se movimentar, fazendo uma pessoa aprender o tempo com o próprio corpo sendo sozinho ou com pessoas ao seu lado. Ramon Milanez é um bailarino que sempre vai ter amor e atitude do movimento humano, podendo passar essa infinita paixão através de sua dança.

O Frevo E Suas Possibilidades

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A palavra frevo significa ferver, ritmo alegre, popular e característico do carnaval. Os passistas de frevo encantam pela sua técnica, alegria, energia e improvisação. Características que pode descrever muito bem o bailarino Bhrunno Henryque. Quem vê o passista nos dias de hoje não imagina a sua trajetória ate chegar à carreira de bailarino. Filho de artista e segmentado pelo meio cultural e principalmente pela dança Bhrunno é conhecido como “o garoto do frevo”. Morador do Vasco da Gama conquistou fama em sua comunidade pelo seu trabalho como bailarino.

Sempre fui chamado como Bruno que dança frevo, ter o reconhecimento da minha comunidade foi muito bom, além de fazer o que gosto, que é dançar, tive a oportunidade de representar a minha cultura, então ser reconhecido abriu muitas portas para minha vida. Em 2013 fui o garoto propaganda do Governo do Estado representando o carnaval, e isso foi muito bom.

Buscando conhecer outras linguagens artísticas como o ballet clássico, contemporâneo e outras danças populares, o bailarino sempre foi visto pelo frevo. O passista começou desde cedo e foi um dos alunos do mestre Nascimento do Passo, um dos precursores do frevo.

Muito orgulhoso Bruno conta: “Comecei a dançar muito jovem, quando vi o grande mestre Nascimento do Passo pela primeira vez através de uma apresentação no Parque da Jaqueira acabei me apaixonando pela arte de frevar e também pelas cores vibrantes e alegres da sombrinha que sempre me encantou. Nascimento do Passo teve grande significado e importância para todos os passistas que se encontram e que já saíram de Pernambuco, porque além de ser um dos precursores do frevo contribuiu muito para valorização da cultura e da dança em si, além de ajudar meninos que possui baixa renda”.

Em 2006, a Cia da Escola de Frevo carimbou sua participação no Youth America Grand Pix, concurso internacional de dança, na qual o bailarino veio a participar. Em 2008 conquistou o primeiro lugar no Concurso de Passista do carnaval do Recife.

O momento muito marcante em minha trajetória foi à volta de Nova York, quando o prefeito João Paulo nos recebeu, mostrando uma visão de procurar a especialização e o estudo, na qual hoje faço faculdade de Educação Física na IBGM.

Atualmente o passista, de 27 anos é professor da Escola Municipal de Frevo, dando aulas a jovens, crianças e adultos. De acordo com o professor a aposta em um projeto educativo de dança é muito boa para dinamização entre a teoria e a pratica, possibilitando ao aluno a ganhar conhecimento corporal como uma boa atividade física e informação cultural. A dança pode causar a mistura das classes sociais, antigamente existia divisão de classe alta e baixa.

No inicio era muito difícil às misturas de classes sociais, mas com passar do tempo isso vem mudando de cenário.

Nos dias atuais é muito comum principalmente no meio artístico da dança a mistura das classes, na qual as pessoas estão dispostas ao mesmo objetivo que é aprender a dançar.

Tenho alunos que moram em comunidades e alunos quem moram em bairros de classe de condição econômica maior, e eles chegam se abraçam, se preocupa com o passo se pegou ou não pegou. A dança proporcionou essa mistura de classes sociais. Acho que seria muito difícil em outro âmbito ocorrer esse tipo de situação, a dança é um dos meios mais fáceis para atingir este objetivo, enfim acho que a dança proporciona que as pessoas se permitam conhecer as diferenças.

Bruno define a dança como algo que já faz parte de sua vida desde cedo, que com ela surgiram varias oportunidade e evolução pessoal.

A dança para mim é tudo, é onde posso expressar minha arte, meus sentimentos. Acho se eu não fosse bailarino eu seria bailarino de todo jeito, isso só me faz crer que não é a gente que escolhe a dança, mas a dança que nos escolhe.

A dança vence o medo

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Roberto Pereira e sua parceira Gisele Andrade.

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Bailarino vence síndrome do pânico e faz carreira com a dança.

Apaixonado pela arte e a dança de salão, José Roberto Pereira da Silva, mas conhecido como “Beto”, vem conquistando seu espaço cada vez mais na cena da dança de salão. A trajetória do dançarino começou há 15 anos, quando tinha uma doença psicológica chamada síndrome do pânico. A síndrome do pânico para a psiquiatria é chamada de transtorno do pânico. Caracterizada por ser um tipo de transtorno de ansiedade que ocorrem ataques de medo repetitivamente de forma inesperada. No ano de 1993, Roberto descobre a doença através de um exame admissional, na empresa onde trabalhava como promotor de vendas.

 No inicio da doença era muito difícil, pois não conseguia sair do quarto.

 Incentivado por um amigo com quem morava na época, Roberto começou a frequentar dinâmicas recreativas de grupo, próximo à sua casa.

 No começo sair do quarto para me expor no meio de outras pessoas era um obstáculo, mas com apoio desse amigo consegui pouco a pouco a me lançar a proposta das recreações.

O primeiro contato com a dança surge através de movimentos livres, no objetivo de superar seus medos. A partir deste momento Roberto começa a ter grande interesse pela arte da dança de salão. O dançarino acredita que sua recuperação se deu pelo ambiente de alegria e interação que a dança de salão propunha naquele momento. Cada vez mais apaixonado pela dança resolve ir em busca do aperfeiçoamento e desenvolvimento corporal.

 Procurei academias de danças de salão, que me ofereceram aulas de dança em troca de serviços auxiliares, muitas vezes ficava sentado, e só poderia entrar se tivesse faltando cavalheiro. Na época tinha muitos problemas de coordenação, comecei a treinar, e pouco a pouco fui desenvolvendo.

A partir de 1998, Beto começou a aperfeiçoar sua técnica, dedicando-se fielmente a treinamentos árduos em busca de uma melhor qualidade enquanto bailarino. Em 2000, iniciou como professor ao lado de Andreza Cordeiro, na qual passou a ministrar aulas no Sindicato dos Fazendários do Recife (AFREM), Biodinâmica e na Cia de Dança de Salão do Recife.

 Fui chamado para dançar em algumas bandas bastante conceituadas de forro daquela época, bandas como Arreio de Ouro, Brucelose, Banda Sedução, Aquarius e dentre outras e dai comecei a me aprimorar”, afirma o bailarino de salão.

Motivado em conquistar o desenvolvimento artístico, iniciou uma parceria com a dançarina Rélyda Késia com quem conquistou o 3º lugar no Campeonato Nacional de Dança de Salão do Recife na categoria profissional. Em 2004, começou a participar de festivais e mostras de dança ao lado de sua instrutora e atual companheira Gisele Andrade com quem conquistou o 1º lugar no Campeonato Nacional de Dança de Salão do Recife na categoria profissional e melhor figurino, que lhe rendeu grande destaque e reconhecimento na projeção da dança e a musica.

 Gisele começou a competir com quatorze anos, disputando entre damas bem mais experiente. Treinávamos em um espaço muito pequeno sem nenhum auxilio. Ela possuía muitas limitações, tinha muitas dificuldades físicas.

TANGO

Em 2009, Roberto e sua parceira Gisele Andrade participaram do Campeonato Mundial de Tango em Buenos Aires, na qual apresentaram a coreografia “Gallo Ciego. O casal ficou com a maior pontuação entre os brasileiros participantes, pontuando 7,83 da nota.

 Estávamos nos preparando há quatro anos, fizemos uma coreografia chamada “Gallo Ciego”, que é uma coreografia extremamente difícil. Pensávamos em competir para comparar o nosso trabalho com de outras pessoas que estão na área há muito tempo, com o objetivo de aperfeiçoar o nosso trabalho. Ficamos em quinquagésimo quarto no ranking dentre de seiscentos casais, a frente de muitos participantes do Brasil inteiro.

UNIDADES ROBERTO PEREIRA

Aos 40 anos, Roberto possui três escolas de dança de salão na Região Metropolitana do Recife. Procurando não só desenvolver a empresa Roberto Pereira Danças de Salão, mas, como também divulgar a dança como um exercício físico que pode ser bastante prazeroso. Como amante da dança, Roberto define que a dança é algo que pode ser compartilhado com o próximo sendo no momento dançante ou ensinando.

 A dança é uma satisfação migratória que deve ser transferida, se não for assim à dança de salão não tem o porque de ser a dois, onde tua dança será transferida para o outro.

A dança e sua SUPER Ação

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Baile de Dança de Salão (Ac. Roberto Pereira Danças de Salão) Foto: Fabio Magalhães.

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Foto: Fabio Magalhães

Modalidade - Dança Contemporânea | Escola de Dança Petite Danse

Dança Contemporânea – Escola de Dança Petite Danse

Na sociedade contemporânea as pessoas se deparam com uma rotina bastante estressante e cansativa, com pouco exercício físico ou lazer. Por conta da agitação do cotidiano a saúde muitas vezes passa a ficar em ultimo lugar, por este fato a procura de alternativas para sair do sedentarismo buscando formas de unir a pratica física com a diversão ficar cada vez mais frequente. E é neste momento que a dança entra em cena. As pessoas começam a dançar por diversos motivos. Em busca de uma atividade física, emagrecimento, conquistar novas amizades ou como exercício terapêutico.

Segundo a pedagoga Christiane Ferreira a dança é considerada uma arte terapêutica que mobiliza vários aspectos cognitivos e afetivos. Surgindo uma relação estreita com seu próprio corpo, adquirindo uma maior consciência corporal e possibilitando na facilidade das relações interpessoais e na comunicação.

Arte milenar que faz parte da vida do homem desde a Era Paleolítica (há quem afirme que as figuras rupestres desenhadas pelo homem pré-histórico são pessoas dançando). O homem da Idade da pedra só gravava nas paredes de suas cavernas aquilo que era importante como à caça, a alimentação, a vida e a morte. Por isso a presença da dança naquelas figuras demonstram a importância dessa pratica para os povos primitivos que certamente usavam a arte do movimento como forma de comunicação para expressar alegria e tristeza.

Sinônimo de alegria, entretenimento, arte, hobby e diversão, a dança para algumas pessoas é ainda instrumento para historias de superação.

Mas quais os obstáculos a se superar e como a dança ajuda nesse processo?

De acordo com o dicionário superação significa ato de progredir, ultrapassar limites, mudança de uma situação ruim para uma situação boa. Superar as expectativas, as criticas, os obstáculos e os contratempos que são impostos a uma trajetória de vida.

O cotidiano de um bailarino é repleto de obstáculos. Para ser considerado profissional, se submete a treinos rigorosos e pesados e por fim ter que enfrentar preconceitos de uma sociedade pautada pelo machismo e malefícios do capitalismo, que dissemina a exclusão em vários momentos.

As questões sociais, econômicas e culturais só são algumas dificuldades que afetam diretamente a dança, que para continuar o seu desenvolvimento é preciso ultrapassa las.

A maior barreira que se tem hoje na dança, é o aspecto financeiro, pois a dança não é considerada ainda como profissão oficialmente regulamentada embora seja regulamentada.

Aos olhos de algumas pessoas a dança é uma arte que não proporciona fins lucrativos ou educacionais. O bailarino e professor da Escola Municipal de Frevo Bhrunno Henryque diz:

A dança como projeto educativo é uma boa iniciativa para dinamizar em sala de aula e disciplinar jovens e crianças, proporcionando novas perspectivas de vida aos alunos.

PainelCultural7 – O COMEÇO

wallpaper-1933869 Olá pessoas culturais. 😀

Meu nome é Bárbara sou dançarina e jornalista cultural amadora e completamente apaixonada por cultura e artes. Faço Faculdade de Jornalismo ou fazia pelo menos (kkkkkkkk… mas isso uma história que eu posso contar outro momento). Atualmente desejo experiência com o Jornalismo Cultural, área jornalística que me identifico e pretendo atuar.

Com objetivo de compartilhar e ter experiencia resolvi criar esse espaço virtual sobre a minha pauta favorita: modalidades artísticas e culturais. O blog PainelCultural7 visa levar aos seus leitores o melhor da informação sobre todas as modalidades artísticas e culturais do momento, além de trazer grandes novidades ao público sobre o melhor dos movimentos e eventos culturais de nossa cidade.

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